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Madeira com responsabilidade

Casa Blog | 03/07/2009 in Madeiras | Comments (0)

Madeiras mais sustentáveis e tratadas para ser muito duráveis

Madeiras mais sustentáveis e tratadas para ser muito duráveis

Em um momento em que as atenções estão voltadas para a preservação da Amazônia e demais florestas brasileiras, as preocupações em relação ao corte e emprego de madeira para a construção têm feito muitos arquitetos e construtores desconfiarem de materiais cuja procedência não se conhece. Mas o Brasil já possui um setor madeireiro especialmente preocupado com o futuro das nossas florestas.

O reflorestamento já é uma prática comum no setor e que tem levado muitos empresários a priorizar o uso sustentável das florestas nativas.

Madeira tratada

Modernos processos de tratamento de madeira, aliados à prática responsável do reflorestamento, estão dinamizando a extração e tornando o uso mais seguro da madeira nacional. As madeiras autoclavadas possuem grande durabilidade, economia, segurança, versatilidade e fácil manutenção. Para o meio ambiente, a grande vantagem é que o processo preserva a floresta nativa, pois toda a madeira utilizada é oriunda de reflorestamento.

O processo de autoclave possui avançada tecnologia para a responsável utilização da madeira beneficiada. As madeiras tratadas em unidades industriais (autoclaves) são expostas a agentes preservantes que elevam a sua durabilidade. O procedimento é simples: após seca e beneficiada, a madeira é tratada a vácuo e pressão, o que retira a maior parte do ar das células da madeira, quando é aplicado o preservante até a saturação do material. O resultado é uma madeira altamente durável que permite construção de deck e estruturas seguras e com bons resultados estéticos para qualquer tipo de construção.

Evolução no conceito de cobertura

cristian | 02/07/2009 in Telhas Shingle | Comments (0)

shingleshowrm_certainteed20grandmanor_021Símbolo de praticidade e bom gosto em coberturas, as telhas planas autocolantes , Shingle estão sendo cada vez mais utilizadas no Brasil. Em mais de 70 países, especialmente na Europa onde lidera o mercado há 50 anos, as telhas shingle chamam a atenção pelo aspecto prático e moderno de sua cobertura.

Criada há mais de 150 anos no Canadá, ela goza da posição do sistema de cobertura mais utilizado no mundo, alcançando a marca de mais de 1,2 bilhão de metros quadrados instalados por ano.

Placas lisas, feitas com um composto de materiais como fibra de vidro, betume e acabamento em granília de rocha vulcânica. Cada peça é  unida por um material auto-adesivo.

Por estar presente em quase todo o planeta, a telha é ideal para condições climáticas extremas , como ventos de até 150 km/ hora , proporciona redução térmica e acústica de até 30%. É na inclinação, porém, que a telha mostra todo o seu potencial, indicada para 5 a 90 graus de inclinação, podendo ser aplicada até em paredes. A maleabilidade do material constitui outra grande vantagem. Pode ser aplicada em formas arredondadas e curvas e não necessita de peças especiais para cumeeiras ou rufos.

Revestidas com rochas vulcânicas, cobre ou titânio, ganha durabilidade na coloração, mantendo-se sempre com o aspecto de um telhado novo. Sua resistência evita desperdício. Este sitema de cobertura garante impermeabilidade total, mantendo o ambiente interno totalmente livre de infiltrações e goteiras.

Outra vantagem do material é  a sua instalação. Pode ser montada por qualquer telhadista, ainda que conte com toda a assistência de manuais práticos e orientações.

A leveza do material desta cobertura, permite grande economia no madeiramento, contribuindo assim para a diminuição no corte de madeira, o que torna a shingle uma telha de caráter ecológico.

Presente em diversos pontos do Brasil, o produto é vendido na Casa da Telha, em Florianópolis, (048) 3025-1399 onde tem encontrado grande mercado para residências de médio e alto padrão.

Redução do IPI se manterá até outubro, para Construção Civil

Marlon Derosa | 20/06/2009 in Economia | Comments (0)

Estado de São Paulo/Economia

O governo manterá pelo menos até outubro a redução das alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos da linha branca. A equipe econômica já prepara a prorrogação das reduções no porcentual do imposto de geladeiras (que caiu de 15% para 5%), fogões (de 5% para zero), máquinas de lavar (de 20% para 10%) e de tanquinhos (de 10% para zero). O anúncio formal será feito na segunda semana de julho, quando vence o prazo atual.A informação é de um auxiliar direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nos pedidos para prorrogar os, que já começaram a chegar à equipe econômica e ao próprio presidente, os empresários dizem que desde o início das reduções, em 17 de abril, as vendas de eletrodomésticos em redes como Wal-Mart, Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Ricardo Eletro e Casas Bahia cresceram mais de 20%.

Lula orientou a equipe econômica a prorrogar os efeitos dos porcentuais reduzidos de IPI de produtos da construção civil. No caso do setor automobilístico, como já antecipou o Estado, o governo trabalha com a ideia de manter o incentivo, mas reduzi-lo, gradativamente, no segundo semestre.

O crescimento das vendas de eletrodomésticos mostra que a medida surtiu o efeito esperado pelo governo, de limitar os efeitos da crise sobre a economia. Outro fator para a manutenção dos atuais níveis do IPI foi o acordo informal de empresários para manter os postos de trabalho. A indústria de linha branca emprega cerca de 600 mil trabalhadores.

Ao mesmo tempo em que decidiu manter os percentuais reduzidos, Lula informou à sua equipe que dará uma “parada” nas desonerações. Embora setores do governo defendam o aumento no número de setores beneficiados, o presidente está levando em conta, segundo um auxiliar, a queda de arrecadação. Em maio, a arrecadação teve uma queda real (descontando a inflação) de 14% em relação ao mês anterior, e de 6% ante maio de 2008.

A renúncia fiscal com a redução do IPI representou cerca de R$ 3 bilhões no primeiro semestre nos setores de linha branca, automóveis e construção civil. No caso de produtos de linha branca, a renúncia fiscal de abril a outubro deste ano chegará a R$ 354 milhões.

O único setor que ainda poderá ser atendido é o de bens de capital. Na semana que vem, o Ministério da Fazenda deve decidir sobre uma proposta de desoneração de máquinas e equipamentos. Além de benefício fiscal, o setor pode ser contemplado com a abertura de novas linhas de financiamento do BNDES. Como o setor já é favorecido com redução de IPI, o governo deve buscar outros meios de diminuir a sua carga tributária. A fabricação desses produtos é considerada estratégica pela sua capacidade de desenvolver novas tecnologias e gerar investimentos.

Sustentabilidade na construção

Marlon Derosa | 19/06/2009 in Telhas | Comments (0)

2009-05-20_b09217f60294c5030f160c0341f7cc64_ggAté o dia 14 de julho, a Casa Cor de São Paulo deste ano traz exposições de ambientes e opções de vanguarda para a construção e decoração. Sob o tema Sustentabilidade, o evento traz este ano uma novidade: veículos não poluentes que facilitarão a visitação dos mais de 44 mil metros quadrados de área ocupada pela mostra.

A Casa Cor incentivará seus profissionais a criarem espaços que unam as últimas tendências do morar contemporâneo, com diversas formas de contribuir com o meio ambiente. Esta é uma das muitas iniciativas no sentido de popularizar a construção sustentável e desmistificá-la no cenário da arquitetura produzida no Brasil. Em muitos aspectos, a arquitetura nacional está na frente, mas no quesito sustentabilidade, há muitos outros países que superam no comprometimento com o meio ambiente.

Um dos mais comuns mitos difundidos a respeito é de que a construção sustentável custa mais caro do que a construção convencional. Segundo Antônio Setin, presidente da construtora Setin, “a construção sustentável não custa mais caro, desde que integrada na etapa de concepção do edifício, ou seja, desde a fase de projeto.” O estudo britânico Costing sustainability, How much does it cost to achieve BREEAM and EcoHomes ratings, de 2004, concluiu que em alguns casos a adoção de estratégias avançadas de sustentabilidade podem inclusive reduzir custos.

Mas a adoção de materiais reciclaveis e ambientalmente mais seguros, mesmo em reformas de residências construídas sob antigos padrões, pode dinamizar e trazer grandes economias ao projeto.

A telha ecológica é um bom exemplo de sustentabilidade e economia. Produzida a partir de tubos de pasta de dente e garrafas pet, traz considerável economia para o madeiramento do telhado justamente por ser mais leve e reduzir ao mesmo tempo os danos ao meio ambiente ao necessitar de menos madeira. Além disso, este produto serve como isolante acústico e térmico, em uma redução de até 30% da temperatura ambiente.

Os materiais reciclaveis, como a telha ecológica, possuem maior durabilidade. Além da economia, a construção sustentável traz valor ao imóvel. Segundo especialistas de empresas construtoras, os imóveis sustentáveis terão maior valor de venda e reventa em poucos anos.

diluna_01Onde encontrar: A telha ecológica é vendida em Florianópolis pela Casa da Telha (Rua Agenor Cardoso, 58, Trindade. Fone (48) 3333-1399); www.casadatelha.com.br.

Informações sobre a Casa Cor em: www.casacor.com.br.

Telhados verdes e soluções ecológicas

Marlon Derosa | 18/06/2009 in Uncategorized | Comments (0)

Hoje uma série de soluções ecológicas estão sendo usadas em grandes centros urbanos para diminuir a temperatura ambiente, redução de escoamento das águas pluviais, o que evita o transbortamento nas redes de esgoto. Estas soluções atuam até mesmo na acústica, diminuíndo o ruído das grandes cidades.

Países como a Alemanha, Suiça e Áustria já tornaram o recurso obrigatório sempre que o telhato possuir uma inclinação favorável. A idéia não é nova, mas só recentemente é que se tornou tecnicamente viável e de custo acessível. Já é amplamente utilizado no exterior. O cultivo de plantas nos telhados, além do efeito estético em residências e em edifíceis urbanos, serve de filtro natural purificando o ar que respiramos.

A alternativa do teto verde já pode ser encontrada em Florianópolis através da Casa da Telha. Informações pelo telefone (48) 3333-1399.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=SZmprYLcGE0]

Confira um trecho da matéria da National Geographic sobre os telhados verdes

Os telhados vivos são um lembrete da força exercida pelos sistemas biológicos. No verão, as temperaturas diurnas nos telhados com cobertura asfáltica podem ser muito altas, acima de 65ºC, o que acentua o efeito geral das “ilhas de calor” urbanas - a tendência de as cidades serem mais quentes que as regiões circundantes. Já os telhados com cobertura vegetal atuam como isoladores térmicos, e as temperaturas sofrem apenas pequenas oscilações, reduzindo em até 20% o custo de aquecer e resfriar os edifícios abaixo deles. “Se pintarmos de branco, algo bem mais simples que um jardim suspenso, os telhados das 100 maiores cidades do mundo, a temperatura global deve baixar 1 grau. Isso equivale a tirar 600 milhões de carros das ruas por 18 anos”, diz Thassanee Wanick, do movimento ambientalista brasileiro intitulado Um Grau a Menos.

Quando a chuva cai em um telhado normal, ela escorre dessas encostas urbanas e inunda os desfiladeiros artificiais que são as ruas - e, no caminho, toda essa água não é absorvida, deslocando-se quase sempre de maneira descontrolada. Um telhado verde, por outro lado, absorve e filtra a água, arrefece seu ímpeto e até mesmo armazena parte dela para uso posterior. Em consequência, ele ajuda a reduzir o transbordamento de esgotos, aumenta a vida útil dos sistemas de escoamento e devolve uma água mais limpa para a bacia hídrica circundante.

Índice Geral de Preços cai 0,03% após queda de custos industriais

Marlon Derosa | 07/03/2009 in Economia | Comments (0)

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SÃO PAULO - O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) voltou para o negativo em junho, resultado da queda de custos industriais no atacado. O índice caiu 0,03% neste mês, após subir 0,17% em maio, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira, 18.

Entre seus componentes, o Índice de Preços por Atacado (IPA) declinou 0,39% em junho, ante avanço de 0,06% em maio. O IPA agrícola teve aumento de 0,78%, abaixo da elevação anterior de 0,95%. O IPA industrial declinou 0,78%, acentuando o recuo de 0,23% no mês passado.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,27%, abaixo da alta de 0,48% em maio. Por outro lado, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) saltou 1,66% em junho, ante variação positiva de 0,12% em maio.

No ano, o IGP-10 acumula queda de 1,19% e nos 12 meses até junho tem alta de 2,30%.

Fonte: Agencia Reuters

Sistema de Coberturas Shingle

Marlon Derosa | in Telhas Shingle | Comments (1)

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Veja ao vídeo que demonstra a montagem do madeiramento, a manta térmica e as telhas em cerâmica na pagina de Madeiras.

O sistema de coberturas Shingle, se comparado aos tradicionais, podem ter uma grande economia na estrutura da madeira, e ainda, prolongando a vida útil de toda a edificação. Veja o vídeo.
http://casadatelha.com.br/montagemTshingle.swf

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